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O valor de errar

  • inescpaula
  • há 6 dias
  • 1 min de leitura

Psicoterapia em Setúbal para ansiedade, stress e depressão

O ser humano não nasce com medo de errar. No início da vida, num ambiente suficientemente seguro, a natureza do bebé é explorar com curiosidade e o erro é apenas parte do processo de descoberta. O bebé não se julga por isso, não questiona o seu valor nem sente vergonha.


O medo de errar, de não corresponder ou de dececionar surge mais tarde, quando a criança começa a associar o erro à desaprovação ou à perda de amor e pertença. Pouco a pouco, o medo vai-se instalando, sobrando pouco espaço para experimentar, tentar, falhar e tentar outra vez.


A sociedade pode reforçar esta associação, transmitindo a ideia de que errar é falhar e não ser bom o suficiente, e assim o medo de errar pode guiar escolhas, silenciar sonhos e adiar decisões importantes. Não porque não sabemos o que queremos, mas porque tememos as consequências de errar, de desapontar ou de sair do “caminho esperado”.


É normal sentir medo de errar. E também é possível desenvolver uma relação melhor com o erro. Aceitarmos o erro como parte do crescimento, aumenta a nossa experiência, liberdade e confiança, e permite-nos viver mais alinhados com quem realmente somos

 
 
 

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