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Abraçando a Finitude Para uma vida mais significativa

  • inescpaula
  • 2 de fev.
  • 1 min de leitura
Psicoterapia para compreender o medo da morte, reduzir ansiedade e fortalecer relações e bem-estar

O medo da morte é uma experiência universal pois toca uma das maiores incertezas humanas: o fim. Quando este medo está presente, ele ativa um mecanismo interno de proteção que procura reduzir a ameaça, e isso pode causar ansiedade, hiper-vigilância e afetar a forma como vivemos.

Pode levar-nos a tentar controlar o incontrolável, evitar o desconhecido e escolher caminhos mais “seguros”. Também pode influenciar as relações, como aproximar-nos demais por medo da perda ou de ficar sozinhos, ou afastar-nos por medo de sofrer. 


Mas o objetivo não é eliminar o medo. É aprender a viver com ele sem que ele domine a nossa vida. Quando está equilibrado, o medo da morte é natural e adaptativo e pode ser um motor positivo para viver melhor, reforçar a importância do presente, cuidar de nós e de quem amamos e priorizar o que realmente importa.


Ao confrontarmos e aceitarmos a nossa mortalidade, ganhamos uma apreciação mais profunda pelo momento presente e podemos usar essa consciência como um catalisador para o crescimento pessoal, conexões mais fortes e uma vida mais significativa.


 
 
 

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